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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019

IRS

Bom dia,

Acho que este assunto é preocupante e relevante para todos nós, acho que, como contribuintes, temos algo a dizer ao governo no que diz respeito a impostos. Quanto mais não seja que nem todos temos formação em direito e contabilidade fiscal. Também não somos fiscais das finanças e não temos obrigação de pedir faturas, até porque quem foge ao fisco não somos nós trabalhadores por conta de outrém, com míseros vencimentos.

Não temos como adivinhar se, o nosso fornecedor x, identificado com a denominação y, nas finanças, sendo a fatura na importância n, é para incluir na saúde, formação, outros... uma vez que não está identificado o serviço que foi fornecido/efetuado, também não é pela denominação social que aparece no site das finanças, muitas vezes, que conhecemos o fornecedor, mas temos que adivinhar, somos obrigados, é o nosso dever????

E ainda não sou adivinha para saber a que farmácia e o que adquiri para saber se tem receita médica ou não... eu apresento a receita quando vou adquirir o medicamento, não chega?

Srs. Governantes, eu levanto a mesa no café para me poder sentar, eu vou ao balcão buscar o que pretendo consumir, e ainda pago mais caro do que quando era servida pelos funcionários;

Srs. Governantes, eu recuso-me a fornecer as leituras do consumo de água ou eletricidade, existem muitos jovens a necessitar de emprego, e ainda acho uma enorme injustiça ter que pagar faturas baseadas em estimativas de consumo, pagando mais/menos do que o consumido e ter que esperar para reaver/pagar o que foi cobrado indevidamente.

Srs. Governantes, não tenho como fugir "ao fisco", todas as minhas despesas são declaradas pelas entidades competentes, não considero ser minha obrigação tomar medidas para que outrém cumpra com as suas obrigações, visto que eu cumpro com as minhas.

Srs. Governantes não carreguem mais responsabilidades nos portugueses, não somos escravos e estamos saturados de efetuar o chamado "trabalho sombra" e auferir cada vez menos, além de estarmos a perder os nossos parcos direitos.

Acho que os portugueses deveriam juntar-se e em vez de fazer greves e manifestações recusarem-se a efetuar o IRS.

Chega de taxas, de impostos e de exploração.

Somos trabalhadores e cumpridores, sejam-no vocês também, pelo bem do país.

Obrigada

Paisagemviva

 


publicado por paisagemviva2 às 10:41

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Livro de reclamações e ...

Consumo: Pediu Livro de Reclamações e acabou condenada em tribunal por "pôr em causa o prestígio" do restaurante

14 de Janeiro de 2008, 10:37

 

Porto, 14 Jan (Lusa) - Uma mulher que em 2005 pediu o Livro de Reclamações num restaurante de Matosinhos aguarda ainda o resultado da queixa, mas já foi condenada em tribunal por "pôr em causa o prestígio, crédito e confiança" do estabelecimento.

Fonte conhecedora do processo disse hoje que o Tribunal de Matosinhos condenou a mulher a indemnizar a dona do restaurante em 300 euros e a pagar uma multa de 15 euros por dia, para remir uma pena de 75 dias de prisão.

De acordo com a sentença do caso, a arguida foi condenada porque "disse repetidamente, em tom exaltado e de modo audível para as demais pessoas que se encontravam no restaurante àquela hora, nomeadamente que a comida não prestara e que nunca tinha sido tão mal servida".

 

Os factos remontam a Julho de 2005, durante um jantar de um grupo de médicos e enfermeiros de um centro de saúde, para assinalar a despedida de um colega de trabalho.

Perto do final do repasto, uma das participantes considerou ter sido tratada de forma indelicada por um dos funcionários, pedindo o Livro de Reclamações.

Segundo a fonte, o Livro de Reclamações só foi fornecido depois do pagamento das refeições e após a chamada da PSP.

Na sequência desta queixa, a reclamante foi notificada pelo tribunal, em Fevereiro de 2006, de uma queixa-crime que lhe tinha sido movida pela proprietária do restaurante que viria a resultar na sua condenação.

As expressões desprimorosas para o restaurante que determinaram a condenação terão sido proferidas pela arguida no intervalo de cerca de hora e meia que mediou entre o pedido do Livro de Reclamações e a sua apresentação.

A fonte afirmou que em Dezembro do ano passado, cerca de dois anos e meio após a ocorrência, a reclamação continuava em analise nos serviços camarários.

Contactada pela Lusa, fonte da Câmara de Matosinhos disse que está a avaliar o caso, prometendo esclarecimentos em breve.

 

Mais aqui:

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/cea73b8b2319043553d1bc.html

 

Como alguém que nos conheciamos diria:

"E esta hem?"

Paisagemviva


publicado por paisagemviva2 às 11:33

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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

Portugueses bateram recorde de reclamações em 2007

Segundo o jornal "O Diabo" de 08/01/2008.

 

Vamos lá Portugal continuem a reclamar pelos nossos direitos, quem sabe obtenhamos resultados, ninguém disse que ía ser fácil, mas se melhorar algo já é uma vitória.

Certo?

Paisagemviva


publicado por paisagemviva2 às 10:34

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Vamos lutar pelo que é nosso...

O Tribunal de Família e Menores do Barreiro, a Delegação da Ordem dos Advogados da Comarca do Barreiro, a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do Barreiro e a Equipa de Setúbal 2 da Direcção-Geral da Reinserção Social, levam a efeito no próximo dia 29 de Fevereiro de 2008, entre as 9,30 e as 17 horas, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, uma Conferência subordinada ao tema: "Absentismo Escolar e Indisciplina na Sala de Aula - Instrumentos de Prevenção e de Intervenção".

Discutir os fenómenos do absentismo e abandono escolar

 

Mais aqui:

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=70969&mostra=2

Esta iniciativa destina-se a professores e encarregados de educação, juristas, técnicos de serviço social, psicólogos, magistrados judiciais e do Ministério Público, com vista a discutir os fenómenos do absentismo e abandono escolar, a indisciplina na escola e na sala de aula e problemas comportamentais dos alunos e procurar encontrar propostas e soluções para um problema que afecta todos os estabelecimentos escolares da zona abrangida pelo Tribunal de Família e Menores do Barreiro (concelhos do Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete).

Aprovar um conjunto de princípios ou de boas práticas

No final da iniciativa, pretende-se aprovar um conjunto de princípios ou de boas práticas sobre esta matéria com vista à futura divulgação e apresentação nas entidades competentes.

Paisagemviva


publicado por paisagemviva2 às 10:31

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