.posts recentes

. Emprego

. Prisão preventiva... a sé...

. Com ou sem futuro???'

. Nós podemos, ou melhor......

. Vendavais e outros mais

. Como um rio

. Mergulhar

. A imagem refletida

. A Beleza em Portugal

. ...

.arquivos

. Julho 2018

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Novembro 2011

. Setembro 2010

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Contra a escola-armazém

Este é um excerto de um artigo escrito por Daniel Sampaio:

"(...)O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?
Importa também reflectir sobre as funções da escola. (...)

Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.
A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores
, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.
© Copyright PÚBLICO Comunicação Social SA

 -------------------------

APOIADO!!!!Paisagemviva


publicado por paisagemviva2 às 09:56

link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 17 de Março de 2009

...

 

O NÓS Quebrou-se?
 
 
Sabes que quando o nós existe o mundo é azul?
Quando o nós existe o sol brilha com um sorriso,
As árvores abanam felizes ao vento,
O perfume das flores enche o ar,
 
Quando o nós existe tudo é mais belo,
O nós faz-nos mais fortes,
O nós existe graças ao amor que nos une,
 
Quando o nós existe as pedras que encontramos no caminho são pequenas
Comparadas com o amor,
Quando o nós existe apanhamos essas pedras e construímos um castelo
Para albergar o nosso amor
 
Então vem alguém e leva o que é nosso
Então o nós quebra-se e passam a existir o tu e o eu
 
 
 
 
O tu vai com alguém construir um novo castelo,
O eu deixa de fazer parte do nós,
 
O mundo fica diferente
Os sons mudam e os perfumes também,
O calor do sol já não me aquece.
 
A mentira invadiu o nós
E o mundo onde o nós vivia.
A dor invadiu o nós
o vento que espalhava o perfume das flores e abanava as árvores saiu,
 
Para onde foi?
Porque é que o que é bom tem que acabar?

publicado por paisagemviva2 às 17:03

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Terça-feira, 3 de Março de 2009

Pelo ambiente

Há bastante tempo atrás ouvi falar no carro eléctrico que a GM (General Motors) pretendia fabricar, entretanto outros modelos foram sendo falados, mas morreram à nascença?

O que é que aconteceu?

Eram óptimos para o meio ambiente e se o estado facilitasse a aquisição e beneficia-se os interessados terámos uma atmosfera melhor!!!!!

Venham os carros eléctricos

Paisagemviva


publicado por paisagemviva2 às 10:30

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Julho 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
27
28

29
30
31


.tags

. todas as tags

.favorito

. há cada uma! #14

. E vocês, o que andam a le...

. A moderna escravidão

. A demência do Facebook

. Silêncio de Ouro...

. Vejam lá se não bate cert...

. Coisas da idade

. Sexo virtual a troco de c...

. Pré-adolescência

. ...

.links

.Fazer olhinhos

blogs SAPO

.subscrever feeds